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Infância, Adolescência e Juventude Missionária presentes no 13º Intereclesial de CEBs


A cidade de Juazeiro do Norte, diocese centenária de Crato (CE), acolheu nos dias 7 a 11 de janeiro, o 13º Intereclesial de CEBs. A região do “Cariri, coração alegre e forte do Nordeste, se tornou a ‘casa’ onde se encontraram a fé profunda do povo romeiro, nascida do testemunho do padre Ibiapina e do padre Cícero, da beata Maria Madalena do Espírito Santo Araújo e do beato Zé Lourenço, com a fé encarnada do povo das CEBs nascida do grito profético por justiça e da utopia do Reino”. Essa descrição publicada na Carta final do Intereclesial retrata o ambiente criado pelo 13º Intereclesial de CEBs que reuniu em Juazeiro do Norte (CE), mais de 5 mil pessoas.

Ganhou destaque a presença de diversos jovens como delegados e nas equipes de serviço. Na diocese de Crato assessores da Infância, Adolescência e Juventude Missionária do Ceará trabalharam nas diversas equipes em suas paróquias e comunidades. Estiveram presentes também, membros da JM e da IAM dos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Piauí, Pernambuco, Pará, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e do Distrito Federal. Das Pontifícias Obras Missionárias (POM) participaram como convidados, o diretor, padre Camilo Pauletti e o secretário da União Missionária, padre Jaime C. Patias, que fez parte da Equipe de Comunicação do 13º Intereclesial.

Para a jovem Ludyanes Miranda, (foto) membro da JM na cidade de Ourilândia do Norte, região do Alto Xingu (PA) foi uma experiência muito rica conhecer pessoas que trabalham com as obras missionárias em outras regiões do país.

Arlane Markely, da equipe de coordenação da IAM no Ceará e assessora do Conselho Missionário (Comidi) da diocese de Crato, antes e durante o Intereclesial trabalhou na equipe de apoio e hospedagem. Ela destaca o número expressivo de membros da IAM e JM que ajudaram e participaram do Intereclesial. “Um dos pontos relevantes é que a diocese de Crato se preparou bem para acolher os visitantes. Nos encontros da IAM e JM sempre falamos sobre o a importância das CEBs para a Igreja e a própria preparação para o Intereclesial ajudou a amadurecer a cabeça dos jovens que participam dos nossos grupos sobre o que de fato são as CEBs”, explicou. “Os Conselhos Missionários Paroquiais (Comipas) foram essenciais nesta preparação, pois os mesmo foram os responsáveis pela articulação do Intereclesial nas paróquias”, completou.

Thais Duarte Queiroz, coordenadora da JM da província Eclesiástica de Brasília, Regional Centro Oeste, participou pela primeira vez de um Intereclesial de CEBs. “O Encontro renovou as nossas forças. Vendo os trabalhos que foram realizados em prol da justiça e profecia, a fé e a devoção do povo de Juazeiro do Norte, fortalecem nossa caminhada. Unindo forças podemos organizar ações em cada Regional”, avaliou. “É uma alegria ver tantos padres, religiosas, jovens, lideranças, irmãos de outras religiões, indígenas, homens e mulheres em busca de justiça para todos! Saio do Intereclesial com o ardor renovado para cumprir nossos compromissos de discípulos missionários, de trabalhar de forma ecumênica pela justiça em nossas comunidades”, ressaltou a jovem.


A missa de encerramento e envio para a missão celebrada na Praça da Basílica Nossa Senhora das Dores reuniu cerca de 20 mil pessoas. Dom Fernando Panico, bispo de Crato destacou a missão na vida das CEBs. “Neste encontro, nos renovamos na missão de evangelizar a serviço da vida, pois esta é a nossa vocação”, disse. “Convido-os a ir e anunciar. Chegou a hora de partir para a missão”, completou. A novidade talvez mais visível deste Intereclesial foi a chamada para uma maior atenção à missionariedade. As CEBs devem ser também missionárias, formando novas comunidades e novas lideranças. “CEBs, sejam romeiras do Reino a serviço da justiça e profecia. CEBs em missão é o grito que levamos desta terra de romarias. O trem das CEBs não pode parar e a próxima estação será Londrina, no Paraná (em 2017). O trem está de partida. Boa viagem e boa missão. CEBs, não percam o trem, não atrasem a marcha e o ritmo da missão”, concluiu dom Fernando.

Jaime C. Patias
FONTE: POM - 30/01/2014

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