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AMÉRICA/HAITI - As crianças haitianas estão lentamente retornando às aulas, mas ainda há muitos desafios a enfrentar


Dois anos depois do grave terremoto que devastou a ilha, 750 mil crianças haitianas retornaram às aulas, 80 mil nos 193 centros anti-sísmicos construídos até hoje pelo Unicef. A organização das Nações Unidas lançou também 314 programas de alimentação terapêutica, dos quais beneficiam mais de 15 mil menores, e melhorou as condições de saúde em 95 comunidades rurais.

Segundo informações recebidas pela Agência Fides, parece que a situação está lentamente melhorando nos setores da saúde, educacional e alimentar. No país, vivem 4,31 milhões de crianças menores de 18 anos, em maioria com oportunidades de sobrevivência, desenvolvimento e tutela muito limitadas. Não obstante o novo Governo tenha acabado de tomar posse, os menores continuam tendo que enfrentar desafios difíceis em uma nação onde as feridas do desastre são ainda visíveis nas infra-estruturas, instituições e no sistema social. Além disso, meio milhão de haitianos ainda vivem em 800 acampamentos para desalojados. Antes do terremoto, cerca de 77% dos habitantes da ilha moravam em casas alugadas, e consequentemente, grande parte hoje não tem um lugar onde viver. Como se não fosse suficiente, a epidemia de cólera influiu sobre as já escassas infra-estruturas e serviços do país, que deve enfrentar um grave déficit econômico.

FONTE: Agência Fides - 10/01/2011

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