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Campanha Missionária: para que?


O Bem-aventurado papa João Paulo II, em sua encíclica, Redemptoris Missio (RM), publicada em 1990, afirma que, mesmo após 2000 anos da vinda de Jesus, “uma visão de conjunto da humanidade mostra que a Missão está ainda no começo, e que devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço” (RM, n. 1).

Não podemos ficar tranquilos ao pensar nos milhões de irmãos e irmãs nossas que, também redimidos pelo Sangue de Cristo, ainda ignoram o amor de Deus. A causa missionária deve ser, para cada cristão tal como para toda a Igreja, a primeira de todas as causas, porque diz respeito ao destino eterno dos seres humanos e responde ao desígnio misterioso e misericordioso de Deus” (RM, n. 86).

Na história da Igreja, o impulso missionário sempre foi um sinal de vitalidade, tal como a sua diminuição constitui um sinal de crise de fé. (...) A missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece! (...) A urgência da evangelização missionária é que ela constitui o primeiro serviço que a Igreja pode prestar ao homem e à humanidade inteira, no mundo de hoje. (...) A missão compete a todos os cristãos, a todas as dioceses e paróquias, instituições e associações eclesiais (RM, n. 2).

O impulso missionário pertence, pois, à natureza íntima da vida cristã" (RM, n. 1).

É por isso que celebramos todos os anos o Mês Missionário, com destaque para o Dia Mundial das Missões.

A nossa colaboação financeira
O papa Paulo VI, desejando que o decreto conciliar Ad Gentes fosse  tomado a sério, em sua Carta Apostólica Ecclesiae Sanctae determinou: Como estão longe de bastarem as oferendas espontâneas dos fiéis para as missões, recomenda-se que o mais breve possível se fixe uma contribuição que todos os anos a própria diocese, as paróquias e as outras comunidades diocesanas, nos limites de seus recursos, entregarão e que a Santa Sé repartirá, sem prejuízo das outras ofertas dos fiéis que serão mantidas” (n. 38).

Tal determinação foi repetida também no Código de Direito Canônico, tornando-se lei. Em cada diocese, para favorecer a cooperação missionária:
- promovam-se as vocações missionárias;
- seja designado um sacerdote para promover eficazmente as iniciativas em favor das missões, sobretudo as Pontifícias Obras Missionárias;
3° - celebre-se o Dia Anual das Missões; 
- dê-se anualmente para as missões conveniente contribuição, que  deve ser remetida à Santa Sé” (Cân. 791).

O dinheiro arrecadado no Dia Mundial das Missões serve:
- Para a manutenção das 1.103 circunscrições eclesiásticas dependentes da Congregação para a Evangelização dos Povos (CEP). Isto inclui:
• Despesas para a manutenção dos bispos, do clero, dos catequistas;
• Salário dos funcionários;
• Despesas com viagens, combustível, veículos...

Para a formação de:
• 117.978 seminaristas maiores, diocesanos e religiosos;
• 103.991 seminaristas menores, diocesanos e religiosos;
• 117.978 seminaristas maiores, diocesanos e religiosos;
• 103.991 seminaristas menores, diocesanos e religiosos.

Para a Igreja manter Instituições de educação no mundo:
• 68.119 escolas maternais, com mais de 6,5 milhões de alunos;
• 92.971 escolas primárias onde estudam 31 milhões de alunos;
• 42.495 escolas superiores médias com cerca de 17 milhões de alunos.
 Além disso, a Igreja acompanha dois milhões de jovens de escolas superiores e cerca de três milhões de estudantes universitários.

Para ajudar instituições de saúde, de beneficência e de assistência:
 5.558 Hospitais
 17.763 Postos de saúde
 561 Leprosários
 18.073 Casas para idosos
 9.956 Orfanatos
 12.387 Jardins de infância
 13.736 Consultórios matrimoniais
 36.933 Centros de reeducação social
 12.050 Outros

Saiba mais:

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