#GotasMissionárias: A IAM nas Escolas


Olá, amigos... Neste mês, muitas das nossas crianças e adolescentes estão retornando das férias escolares. Vocês sabiam que a Infância e Adolescência Missionária na escola vem revelando uma nova maneira de evangelizar? A criança atua de forma dinâmica e se insere nas atividades culturais, sociais, cívicas, recreativas e religiosas, não apenas como espectadora, mas como construtora da história e de um novo jeito de Ser na Igreja, na escola e no mundo.

A Educação Cristã na escola envolve as famílias, cria associações próprias e desenvolve atividades de cunho social, cívico, cultural e religioso. São momentos fortes em que a criança e adolescente revelam todo o seu protagonismo. E aí, a participação da família não pode faltar. Os pais sentem-se envolvidos e vibram por fazer acontecera Obra Missionária. Há casos em que através desses eventos, levados pelo testemunho dos filhos, os pais são sensibilizados a uma vivência cristã autêntica, ajudando também o ingresso de outras crianças da família na IAM.

Missão na Escola
O contato permanente e direto com as crianças facilita a formação de grupos de Infância Missionária, não as isolam de seu ambiente e favorece a dinamicidade através das atividades a elas vinculadas. Várias são as experiências neste sentido, como gincanas, maratonas, visitas aos asilos e famílias carentes, celebração do Rosário e Via Sacra, evangelização nas ruas, palestras nas escolas públicas e nos movimentos paroquiais.

O dia a dia da IAM e sua atuação na escola, tem ajudado aos pais e educadores a criar consciência missionária; cooperar materialmente e abrir espaços à solidariedade. Não é tão fácil trabalha r com a IAM no ambiente escolar. É fundamental o apoio e o envolvimento da direção, para ajudar a criar espaços de testemunho e apoio evangélico que perpassam as atividades e o compromisso dos educadores.

Como iniciar?
Não existe uma forma única. De acordo com a realidade, verificaras reais possibilidades. O importante é dar espaço à criatividade e se deixar guiar pelo Espírito Santo que suscita e mantém nosso ardor missionário.

Precisamos estar atentos para que a IAM não se feche ou se limite apenas a realizar tarefas, desligada da vida da comunidade paroquial. Os encontros devem acontecer fora do horário escolar. A IAM é uma opção, portanto não obrigatória no currículo. Ter bem presente os compromissos da criança missionária. Que os grupos sejam abertos para acolher crianças de outras escolas, bairros, centros, paróquias. A IAM como uma ação na escola e para a Igreja, não deve ficar voltada para si mesma, mas olha r firme para a meta, que é o Reino. Olhar o mundo e a realidade que o cerca e assumir seu protagonismo, envolvendo a todos.

As características da espiritualidade, sobretudo, a experiência do Deus vivo, alimentada pela escuta da Palavra de Deus, participação nas orações e celebrações e a vivência dos Sacramentos é a mística que alimenta e sustenta a IAM. Ter presente  o seguimento de Jesus, sua missão e metodologia encarnada, para superação do individualismo e valorização dos dons de cada criança - protagonista da missão.

De todas as crianças do mundo, sempre amigos!

Pe. André Luiz de Negreiros
Secretário Nacional da IAM

FONTE: Revista Missões - Jan / Fev. 2014

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