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IAM e JM do Amapá realizam encontro de formação para assessores


Formar assessores para que esses compreendam a criança, o adolescente e o jovem como sujeitos de espiritualidade e protagonistas da evangelização. Esse foi o objetivo do Encontro de Aprofundamento Missionário realizado entre os dias 05 e 07 de junho,  que reuniu cerca de 50 representantes da IAM e JM do estado do Amapá.

A formação contou com assessoria do secretário nacional da Infância e Adolescência Missionária, padre André Luiz Negreiros, que junto ao secretário nacional da Propagação da Fé – Juventude Missionária, Guilherme Cavalli, trabalharam temáticas como Teologia e Espiritualidade Infanto Juvenil.

A celebração eucarística que abriu o encontro foi presidida pelo bispo da diocese de Macapá, dom Pedro Conti. Na sua homilia dom Pedro ressaltou a importância de ter claro o que significa ser missionário. “Quando compreendemos a dimensão do ser missionário é que iremos assumir com audácia esse mandado deixado por Jesus. Não podemos ser missionários mentirosos, pois esse não terá êxito no seu compromisso cristão”.

No sábado, como oração da manhã, o grupo rezou o Ofício Divino das Comunidades que foi seguido pela formação ministrada pelo padre André. O secretário introduziu os trabalhos com o tema: “Teologia infanto-juvenis”. “Qual o papel da criança e do jovem missionário na comunidade e na sociedade?”. Com esse questionamento buscou orientar os assessores para que despertem o protagonismo nas crianças, adolescentes e jovens. “A dimensão do grupo é de suma importância no trabalho das Obras. Por isso, é preciso que saibamos conduzir nossos afazeres de forma que os trabalhos aconteçam como comunidade que constrói junto”, salientou.

Com a temática “Mística de Olhos Abertos”, a segunda parte da manhã foi conduzida por Guilherme Cavalli. Como primeiro ponto da formação, o secretário buscou refletir sobre os novos sinais dos tempos. “Vivemos na era onde somos bombardeados por informações. Tudo é muito rápido, líquido e descartável. Como alimentamos nossas relações para torná-las ambiente de fraternidade?”, questionou Guilherme. “Como Igreja missionária, frente a essas novas realidades, devemos buscar novas maneiras de responder aos desafios a partir do Evangelho que é mensagem de esperança em comunidade. Só conseguiremos dar respostas novas para as novas perguntas se nossa espiritualidade for “de olhos abertos”, voltada para a educação à mundialidade”.


No domingo, as coordenações de grupos buscaram avaliar a caminhada da Infância, Adolescência e Juventude Missionária diante as urgências e pistas apresentadas pelos formadores. Também se expôs os trabalhos realizados pelos grupos existentes, com destaque ao projeto de arrecadação financeira para envio à missionária que encontra-se na África.

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